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Edifícios de Saúde e Tecnologia Médica

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Quando da concepção arquitetônica de um edifício de saúde, os setores são dimensionados para uma operação prevista seja realizada a partir da ocupação do prédio! No entanto será desejável sejam feitas pelos projetistas, previsões de futuras incorporações de equipamentos de tecnologia médica ?pesada?, como Aparelhos de Raios-X, Tomografia, Ressonância Magnética, Gamacamaras, que requerem além de espaços, estruturas específicas de sustentação e suprimento energético. A previsão de espaços a serem ocupados futuramente pode resultar em uma adequação interna ou mesmo uma expansão, ocupando esta um território externo quando previamente reservado. As adequações internas podem prever compartimentos que permanecerão sem uso e mesmo acabamentos até sua próxima ocupação, ou atividades que possam ser removidas para outro setor, dando lugar a instalação anteriormente prevista. Estas são nomeadas áreas ?moles?, diferente de áreas ?duras? que são ampliações inviáveis em setores de complexidade na edificação, como centro cirúrgico/obstétrico, cuidados intensivos e principalmente áreas destinadas a imagenologia e terapias oncologias. A falta de previsão por parte dos projetistas poderá impedir uma futura integração operacional dentro e entre setores, provocando desgastes nas pessoas e conturbação na fluidez dos processos, além de vir a representar inviabilidade técnica em sua instalação e que resultará altos custos. Recomendamos aos Arquitetos e Engenheiros de Projetos, que simulem e prevejam estas futuras incorporações de tecnologia médica ?pesada?, e que tradicionalmente são solicitadas em prazos mais curtos que aqueles imaginados quando do início da operação do estabelecimento.

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