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Imagine o seguinte cenário: você compra um produto ou serviço, não recebe o que comprou a tempo e isso tem um potencial de gerar prejuízos.  Então, tenta reclamar através dos canais disponibilizados e a sua reclamação, apesar de registrada, não tem uma resposta a altura, tampouco uma solução para o seu problema. Pergunta: você compraria desse fornecedor novamente? Provavelmente a sua resposta seria ?não?. Pois bem, esse exercício básico de relação de consumo é exatamente o que tem se passado na ANVISA, em termos de comunicação dos Agentes Regulados para com a Agência: não há como se estabelecer canais claros e funcionais de comunicação. A ANVISA centralizou as suas comunicações através do ?Fale Conosco?, mas esse canal está muito aquém daquilo que o setor de regulado merece e espera de uma Agência Reguladora. Os (as) atendentes deixam bastante a desejar, as respostas, quando chegam, são de cunho genérico e raramente respondem às necessidades e o e-mail vez por outra deixa de funcionar. Se a intenção da Agência era de tornar os canais de comunicação mais eficientes, falhou feio. Num exercício básico de cidadania, imagina-se que por sermos nós os agentes que viabilizam a ANVISA financeiramente, deveríamos ser servidos pela Agência, à altura das necessidades desse mercado dinâmico que gera milhões em negócios, impostos, empregos e que traz aos pacientes e profissionais de saúde, as possibilidades tecnológicas que melhoram a vida de milhões de pessoas diariamente. Porém, ocorre exatamente o contrário: os agentes regulados acabam por correr atrás da Agência quase que num pedido de socorro desesperado para ver atendidos os pedidos pelos quais pagaram, e caro. Isso acaba por gerar uma ?judicialização? de várias questões como os registros de produtos, marcação de auditorias, concessões de AFE, entre outros, com custo para todos os envolvidos. E isso ocorre tanto para os fabricantes nacionais quanto para os importadores e distribuidores.  Que a nova direção da ANVISA enxergue essa situação e queira, de fato, resolvê-la com seriedade, objetividade e clareza. O Brasil merece essa resposta positiva por parte da ANVISA.

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