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Dirigentes de saúde e o edifício que ocupam

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O edifício de Saúde como plataforma para a prestação de serviços voltados ao bem estar e qualidade de vida dos indivíduos, envolve um acentuado capital de investimento, tanto no terreno com sua localização no contexto urbano como na configuração arquitetônica dos edifícios nele construídos.
Os desenhos com a implantação dos edifícios no terreno, as plantas dos pavimentos e os cortes apontando níveis e ocupações dos pavimentos que compõem os Projetos Arquitetônicos, além de informarem a organização espacial de um complexo edificado e em pleno funcionamento, deverão ter sido submetidos, analisados e aprovados pelos órgãos que regulamentam os edifícios de Saúde, atestando sua conformidade com as normas e códigos.
Os documentos técnicos formais apresentados para análise pelos setores oficiais competentes apresentam em planta as compartimentações dos setores com demarcação nestes pontos de consumo dos sistemas de instalações prediais e especiais, com o posicionamento dos equipamentos médicos não transportáveis e do mobiliário.
Alterações físicas nos setores e seus compartimentos ocorrem constantemente em razão de adequações para acolher novos serviços e novos equipamentos, ou para atender recomendações dos poderes que regulam usos e espaços, sendo marcante o trabalho da Vigilância Sanitária que para conceder alvará de funcionamento a um setor, exige plantas e memoriais da operação do mesmo.
Temos observado uma prática inadequada para a instituição e seus dirigentes, de serem produzidos desenhos setoriais com uma nova configuração e que não são incorporados aos projetos com objetivo de torná-los um retrato fiel do complexo existente. As intervenções setoriais e pontuais não sendo incorporadas ao projeto maior, distorcem e inviabilizam qualquer análise técnica da amplitude de uma reorganização física que resulte em um Plano Diretor Físico, com suas ações voltadas à melhoria do desempenho operacional da instituição.
A recomendação ou mesmo exigência de contar a instituição com um projeto arquitetônico fiel ao existente, se depara por vezes com restrição na atuação dos projetistas envolvidos no sentido de minimizar honorários ou por haver tempo exíguo para atender a alguma comunicação ou exigência do órgão regulador.
O espaço físico aloja o funcionamento do negócio devendo suas ocupações e rotas de movimentações ser motivo de constante análise de seus fluxos, minimizando desperdícios de tempos e esforço humano, gerando satisfação a todos ocupantes do edifício.
Os projetos dos edifícios devem a todo o momento representar com total fidelidade a edificação operando. Trata-se de ferramenta de gestão de responsabilidade dos dirigentes e não da manutenção predial!!!

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