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DILEMA: AMPLIAR O EXISTENTE OU EMPREENDER UM NOVO!

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Este dilema, que se tem se apresentado com certa frequência a dirigentes de empresas hospitalares, tem quase sempre como cenário edifícios com ciclo de vida avançado e que na maioria das vezes nasceram de edificações modestas e ? talvez consultórios integrados a procedimentos de imagens! ? que foram se expandindo pela incorporação de áreas para emergência, cirurgias e ou partos e unidades de internação.

Frente a uma iniciativa voltada a mais uma ampliação, algumas dúvidas surgem como questionamentos quanto à viabilidade ou não da empreitada!!! respostas estas que requerem sejam construídas segundo uma sequencia de verificações:

1.O terreno dispõe de área de projeção para ampliações, respeitando a taxa de ocupação e os recuos ditados pela lei local de uso do solo?

2.A estrutura de sustentação do prédio edificado resistirá fisicamente às sobrecargas decorrentes da superposição de novos andares? Caso não resista, qual a solução estrutural a ser adotada e qual seu custo de construção?

3.Como equacionar a exigência definida por normas públicas, de disponibilizar uma vaga de estacionamento a cada cinquenta metros quadrados edificados.

4.Qual o valor de venda do terreno tão somente, imaginando uma outra ocupação imobiliária em razão de sua localização???

Lembrando que qualquer ampliação, seja na horizontal ou sobrepondo-se ao edificado, tem grande probabilidade de ?apresentar surpresas onerosas? por mais detalhados que sejam seus projetos, as reservas financeiras para cobrir contingências e imprevistos, quando investidas, podem desestruturar o empreendimento por completo.

Uma avaliação sobre o comportamento do Empreendedor retrata haver um arraigado orgulho e verdadeiro amor pelo que foi edificado ao longo dos anos, o que entusiasma novas inversões e ampliações do negócio, mesmo identificando já haver uma saturação na ocupação do terreno, um adensamento no setor urbano circundante e uma organização operacional já superada na ?planta original?.

Devemos lembrar que todo edifício tem um ?ciclo de vida?, tanto no arranjo de seus espaços agora inadequados para uma correta melhoria na fluidez dos trabalhos nele executados, como no tocante à própria estrutura física: paredes, coberturas e instalações especiais como exemplos.

Quem sabe se o terreno onde foram progressivamente ampliadas áreas construídas, já não apresenta, em função da localização e evolução urbana, um valor territorial maior do que a edificação existente??? Vale conferir!

Daí uma sugestão aos empreendedores de simularem um novo empreendimento em outro local urbano, onde um território mais amplo poderá ter valor de aquisição mais acessível, vindo a receber uma edificação moderna nos seus arranjos espaciais e na tecnologia da construção e futura manutenção.

Um projeto operacional e físico de acordo com as mais recentes propostas de gestão das operações de serviços trará qualidade e economicidade aos serviços prestados, encantando consumidores e produtores dos serviços e mais que tudo, retratando para a Sociedade uma pujança e competência empresariais que retratarão a qualidade e competência nos serviços, com reflexo marcante na atuação dos concorrentes!!!

Entendemos que vale a pena ?pensar grande? estudando benefícios e custos das duas alternativas propostas!!! Simular novos caminhos enriquece decisões que terão resultados marcantes em um novo ?ciclo de vida?.

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