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Choque de gerações: diferenças entre os médicos jovens e experientes

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Cena já comum no ambiente corporativo, o embate entre diferentes gerações de profissionais chegou às clínicas e consultórios. O estudo Demografia Médica no Brasil, realizado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), com apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), mostra que a quantidade de médicos com menos de 34 anos é 33% maior do que os que tem mais de 60 anos.

A crescente entrada dos jovens no setor da saúde trouxe novas ferramentas e soluções no dia a dia – confrontando os profissionais mais tradicionais, e que ainda estão na ativa, com métodos diferentes aos utilizados normalmente. Confira quatro fatos que exemplificam o choque de gerações nos consultórios:

1 – Prontuário eletrônico x registro em papel

O calhamaço de papeis é um objeto comum à mesa dos médicos mais experientes. Afinal, é nele que prescrevem receitas, anotam o histórico dos pacientes e agendam os retornos. A popularização da tecnologia fez com que os mais jovens buscassem soluções digitais para realizar essas tarefas. É o caso, por exemplo, do prontuário eletrônico, recurso que agiliza a gestão da clínica.

2 – Smartphones x agendas

Muitos profissionais recorrem às agendas para anotarem telefones, horários de consultas e retornos. Isso exige que ele tenha esse caderno sempre em mãos caso deseje saber seus compromissos. Contudo, essa prática pode ser realizada também por um app no smartphone, permitindo ao médico realizar alterações nos horários de forma rápida e eficiente.

3 – Nuvem x arquivamento físico

O acúmulo de papeis faz com que a clínica tenha um arquivo para armazenar todos os documentos, como históricos, receitas, recibos e contratos. Esse recurso, porém, toma um espaço considerável no consultório e gera um custo a mais. Os médicos mais jovens, adeptos da vida digital, utilizam o conceito de computação em nuvem para guardar os dados mais importantes.

4 – Redes sociais x telefone

Por fim, os mais experientes apostam no telefone como ferramenta de relacionamento com os pacientes, informando alterações de horários, confirmação de consultas, entre outros assuntos. Porém, o avanço das redes sociais exige dos médicos uma presença maior nesses canais de comunicação – algo já assimilado pelos profissionais mais jovens.

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