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Adequar o edifício existente: será viável !!!

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A modernização de um edifício de saúde exige dos dirigentes do negócio um leque de decisões que requerem uma metodologia no seu encadeamento, de sorte que sejam abordadas variáveis sobre viabilidades e vantagens futuras.
Na adequação interna de um edifício existente, que chamamos costumeiramente de ?reformas?, é necessário que se examine as condições prediais de estrutura de sustentação, das paredes e das instalações consultando um engenheiro civil, a quem se explanará a intervenção que se pretende realizar com base em um estudo arquitetônico, realizado por um Arquiteto.
Aos dois profissionais consultados competirá decidir da viabilidade da intervenção predial, quando em caso afirmativo deverá ser estimados desde a primeira abordagem, os tempos e investimentos para a sua realização.
As propostas de adequação objetivam quase sempre uma nova, e maior fonte de geração de recursos financeiros, motivo pelo qual entendemos se fazer necessária a elaboração de um projeto arquitetônico e de um Plano de Negócio, que trará maior clareza sobre os resultados futuros a serem auferidos pelo serviço em seu novo espaço.
Temos observado que por vezes as iniciativas de criar algo novo como um serviço, dentro de um edifício existente e em operação têm sido pontuais e localizadas, o que nos faz recomendar aos dirigentes e projetistas uma análise abrangente da atual operação predial e dos impactos que serão gerados no conjunto dos demais setores e nas rotas de movimentação de pacientes, pessoas e bens materiais.
Ampliar salas cirúrgicas mesmo que poucas, impacta no pós-operatório, nos cuidados intensivos, na esterilização e no conforto do pessoal, como um exemplo que deverá ser analisado e simulado para se decidir com segurança sobre as vantagens e/ou desvantagens de realizar o empreendimento.
Ainda compete lembrar que as intervenções internas a um edifício em operação, requerem a elaboração de projeto arquitetônico que seja submetido à aprovação ? ou não!!! ? pelas autoridades sanitárias, e pelos órgãos municipais que regulam as condições dos edifícios de saúde.
Experiências anteriores recomendam que se aprovem os Projetos Legais antes de intervir no prédio, evitando dissabores depois!!!

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