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A crise financeira e os marcos regulatórios

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O presente texto não pretende ser uma análise econômica ou técnica sobre a crise financeira mundial que assolou os bancos e as bolsas de valores, nas últimas semanas, mas trazer à análise, o que a falta dos marcos regulatórios pode trazer como conseqüências. Já diz o ditado popular, que a ?parte mais sensível do corpo humano é o bolso?. Bem, talvez por esse motivo a crise financeira tenha ganhado as primerias páginas dos principais jornais, em tão pouco tempo. Essa é uma ?dor? que todos nós sentimos, sejamos investidores profissionais ou não. Entre outras razões que levaram à referida crise, merece destaque a timidez dos marcos regulatórios que regravam as relações inter-bancos e entre bancos e investidores e tomadores de recursos. A conseqüência de tal fragilidade, agora, é traduzida em perdas enormes, com  conseqüências sociais de difícil previsão. Assim são os marcos regulatórios em qualquer área regulamentada: necessários. Além disso, devem ser fortes, fundamentados nas melhores práticas de marcado e nos melhores conhecimentos técnicos disponíveis. Obviamente, de nada adianta uma regulamentação forte com uma estrutura carente de conhecimento ou recursos materiais, humanos e financeiros. Há que se ter uma ação que congregue, de forma conjunta, a regulamentação, os recursos necessários e a autoridade Reguladora, além do treinamento constante dos agentes reguladores. Dessa forma, os Agentes Regulados e toda a sociedade organizada só tem a ganhar, seja em que área de atuação econômica for.

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